O MUNDO DA JoANINHA!!!
   Cidadão Responsável - Cidadão do Mundo

CIDADÃO RESPONSÁVEL, CIDADÃO DO MUNDO

As empresas descobriram a “Responsabilidade Sócio-Ambiental” e hoje em dia se utilizam dessa nomenclatura para determinar a maior parte de suas ações. Talvez isso ocorra por uma ampliação de consciência, ou talvez por apelo de marketing. Na verdade, o que importa mesmo é que, efetivamente, passaram a retribuir a população que reside ao redor de suas instalações, retribuir a natureza que fornece seus recursos e recebe toda a carga de poluição, entre outros impactos da sociedade cada vez mais modernizada.
Por trás dos logotipos, dos produtos, dos serviços, existe toda uma estrutura formada por profissionais que movem essa engrenagem chamada Empresa, da qual você também faz parte. Através das suas atitudes diárias, no conjunto de suas ações, de seu trabalho, você contribui para o desempenho da sua empresa.
Qualquer pessoa, antes de ser um profissional, é um cidadão, e ser cidadão não é apenas exercer o seu direito de votar. É muito mais! Seu papel como profissional é uma das formas de contribuir enquanto cidadão. É, por exemplo, exercer diariamente o seu papel de médico, professor, empresário, autônomo, e manter em mente que suas ações se refletem na sociedade. Se perguntar que contribuições você tem dado para mudar a situação que, claramente, é do descontento de todos. Sempre existe algo que você pode fazer, ou fazer melhor.
A mudança nas suas atitudes mostrará que você está mais consciente de seu papel no mundo. Sabe que também é responsável e passa a fazer a sua parte. Se não for pelo reconhecimento disso, então que seja pelo seu marketing pessoal. Use a nomenclatura ‘Cidadão Responsável’, mas não deixe de fazer. Afinal, se estiver fazendo algo, no fundo você acaba sendo responsável mesmo.
Você pode perceber que, embora exerça papéis diferentes durante o dia e ao longo de sua vida, é sempre você, enquanto ser, que está movendo as diferentes máquinas. Da família, da carreira, da empresa, do governo, do país, do mundo. Quem sabe ainda outros...
Você está inserido nessa engrenagem, faz parte desse todo. Quando exerce bem os seus papéis, será bem sucedido e realizado. Terá aquele sentimento de plenitude, de conquista, de trabalho realizado, dentro de você!
Vamos lá, tome uma ATITUDE!

Por Janaína de Menegaz e Macedo


 Escrito por JoANINHA às 17h43
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LEI DE COTAS É RESTRITA E PRECISA SER REVISTA, DIZEM DEFICIENTES

 

Apenas iniciativa do governo não garante inclusão,

ação deve ser conjunta e envolver também sociedade e empresas.

Janaína de Menegas e Macedo

 

O decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que pretendia criar vagas de trabalho para Pessoas Deficientes (PDs) vem enfrentando uma seqüência de obstáculos: primeiro a divergência com o governo, depois com as empresas e com os próprios deficientes, que consideram a Lei Federal 8.213/91, conhecida como Lei de Cotas, restrita e assistencialista, exigindo mudanças não só no que se refere ao emprego.

As empresas reclamam da falta de mão de obra qualificada para preencher as cotas e cumprir com a lei. Já as PDs dizem que só encontram sub-empregos como recepcionistas e telemarketing, que oferecem salários baixos. Dizem também que não querem ser avaliados pelas suas deficiências e sim pelas suas capacidades e potencialidades.

Para Michel Inácio Schlindwein, de Porto alegre, 32 anos, empresas têm procurado mais as pessoas deficientes após a lei de cotas, porém o preconceito ainda é grande e se não fosse uma exigência governamental, as empresas dificilmente contratariam deficientes em seu quadro de funcionários, "por um simples e bem conhecido motivo, o preconceito", diz. Michel é deficiente físico de nível moderado, a paralisia cerebral o deixou com a fala e a coordenação motora afetados. Tem em seu currículo curso Técnico, mas abandonou a faculdade de Ciência da Computação porque precisava de preparo do professor e principalmente alguém que o ajudasse copiando as matérias. "Essa ajuda eu só consegui pagando e não pude levar adiante", lamenta. Mesmo tendo experiência de trabalho na GloboNews, não consegue trabalho e diz que as empresas ainda preferem contratar pessoas com deficiências não aparentes e de grau leve.

A carioca Márcia Dias de Souza Corrêa, de 27 anos, tem paraparesia espástica, um nome complicado para designar uma instabilidade na locomoção. Deficiência física de grau leve. Ela diz que existem empresas que procuram profissionais que sejam deficientes apenas para cumprir a cota e acabam não fazendo uma análise maior da capacidade da pessoa para  cargo ao qual foi contratada, resultando em demissões assim que termina o período de experiência da pessoa. Ela também reclama das vagas oferecidas pelas empresas para pessoas deficientes. É formada em Relações Públicas e cursa pós-graduação em Comunicação Empresarial. Acredita que apesar do Governo se mostrar mais disposto a discutir as questões de inclusão da pessoa deficiente, muito pouco é feito para que essa inclusão ocorra efetivamente. a lei não garante a inclusão e os projetos de capacitação ainda são muito limitados e restritos, mostrando-se ineficientes. "Condicionam a conquista de um emprego a vagas que pagam muito pouco", comenta.

Para Márcia, o Governo não tem exercido papel algum na inclusão das pessoas deficientes. Ela diz que seria preciso pensar na inclusão de forma menos assistencialista e que os problemas de um deficiente vão muito além do mercado de trabalho, pois ambientes públicos e privados estão repletos de barreiras aos deficientes. "Deve-se pensar não na inauguração de uma 'praça inclusiva', mas questionar o porquê de todas as praças não oferecerem um mínimo de acessibilidade ao deficiente", afirma, "isso garante o direito constitucional de ir e vir que compete a cada pessoa", completa.

Thiago Daniel tem 22 anos, diz que a principal dificuldade do deficiente é o lado psicológico que deve ser muito bem trabalhado desde cedo. Ele mora em Santo André com a família, e por complicações na hora do parto, teve todo o lado direito do seu corpo comprometido. Atualmente faz faculdade, está trabalhando e acredita que as inúmeras exigências burocráticas e de laudos feitas pelas empresas para garantir a capacidade da pessoa deficiente desmotivam o ingresso delas nas empresas.

 

Janaína de Menegas e Macedo



 Escrito por JoANINHA às 14h49
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   parte 2

Ricardo Sígolo, 57 anos, é deficiente visual. Em virtude de uma doença congênita, veio se alfabetizando no Braille e aos 14 anos perdeu completamente a visão. Depois que começou a trabalhar na Biblioteca Braille, há 32 anos, trancou a faculdade de francês, na PUC, para fazer Biblioteconomia. Cuida da catalogação das obras, transcrição, produção de livros em Braille e falados. Este último, ele implantou na biblioteca logo quando entrou. Para ele, não existe inclusão como deveria existir, o deficiente sofre muito descrédito. "As pessoas supõem que você não pode fazer uma série de coisas que na verdade você pode", afirma. Ele toca guitarra em uma banda com sua irmã, Shue, também deficiente visual. Ricardo diz que tem preconceito até de outros deficientes. Diz que as pessoas estão muito apoiadas na visão para compreender a vida. "Elas não estão preparadas para a falta de visão. A escuridão que elas acham que é, é algo muito traumático", diz. Para ele, é fundamental ter uma estrutura psicológica muito firme e equilibrada para lidar com as situações.

Maria Elisa, 37 anos, perdeu 100% da visão quando cursava o 1º colegial. Se alfabetizou no Braille e cursou pedagogia para lecionar para outras crianças deficientes. Diz que os outros professores não confiavam em seu trabalho, sofreu muitos preconceitos e por uma necessidade, acabou sendo remanejada para a Biblioteca Braille, onde está há 11 anos.

A Biblioteca tem uma importância muito grande, não só pelo tamanho de seu acervo, mas também por produzir obras e ser um local aberto ao usuário. Ricardo conta que qundo fazia faculdade, sua maior dificuldade era a falta de informação sobre os acontecimentos do cotidiano. "O que a gente escuta no rádio é muito superficial para se formar uma opinião, não tinha acesso aos jornais e revistas", diz. Já há alguns anos, eles recebem semanalmente uma publicação da revista VEJA em Braille, enviada pela fundação Dorina Nowill para cegos, numa parceria com o Governo. O uso de computadores com leitor de tela e impressora Braille, além de uma máquina de escrever em Braille, são equipamentos muito úteis que atendem às necessidades de um deficiente visual para ter acesso total ao conhecimento. Auxiliam inclusive os estudantes em seus trabalhos escolares. De uma forma geral, o espaço traz não só a interação, o convívio do deficiente visual com outras pessoas e outros deficientes promovendo discussões sobre a própria deficiência, mas a inclusão destes às informações dos acontecimentos da sociedade e ao conhecimento.

 

Janaína de Menegas e Macedo



 Escrito por JoANINHA às 13h56
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   parte 3

Cidadão Responsável

Uma educação que prepara não só as pessoas para lidar com a deficiência do outro, mas que prepare o próprio deficiente para atuar independente na sociedade deve ser a base de uma política inclusiva. Leis a serem cumpridas e medidas punitivas não resolvem o problema. "O que precisa ser iniciado é um profundo e sério processo de mudança de comportamento da sociedade e das intituições que dela fazem parte", diz Márcia de Souza Dias Corrêa.

Vívian Maria Pereira, 30 anos, estudou na escola Buenos Aires, Zona Norte de São Paulo, que mantém ainda hoje uma ligação com a AACD através de um corredor entre os dois prédios. Além da aproximação física, existe a interação entre as crianças das duas instituições. Ela conta que durante todo o semestre eles passavam um dia na AACD e participavam de atividades com as crianças de lá e elas também sempre participavam das atividades da escola. Vívian conta que esta experiência fez uma grande diferença para ela e a ajudou a não ter preconceitos, tratando as pessoas com respeito. "Na 3ª série estudei com um deficiente auditivo e nunca nos referíamos a ele como 'mudinho', era sempre pelo nome. Lembro até hoje, Marcel", diz.. Conta também que sempre que tinham aula vaga ou saíam mais cedo, se reuniam com um grupo que tinha dois irmãos gêmeos que tinham pouca visão. Eles conversavam e liam livros para eles. "Me sinto privilegiada por ter tido esse contato an escola. hoje quando vejo um deficiente com alguma dificuldade, eu vou lá e ajudo", diz. Vívian conta que a maioria das pessoas não sabe lidar com pessoas deficientes, têm medo de ofender. Atribui a esse convívio na escola o fato de hoje lidar com isso naturalmente, faz amizades inclusive no ônibus. Ela comenta sobre o caso de um deficiente visual que conheceu no ônibus e até descobriu que ele jogava futebol. "Conversar com as pessoas pode ser bom tanto pra voce quanto pra ele. Temos que ter sensibilidade, pois é uma pessoa como outra, que pode estar em um bom dia o não", finaliza.

Enquanto as calçadas ainda são esburacadas, enquanto nem todos os elevadores têm avisos sonoros, enquanto tantas outras barreiras continuam a existir, o cidadão poderá assumir outro comportamento, ajudando as pessoas deficientes de forma que essas barreiras, essas diferenças tenham cada vez menos impacto na vida, no dia a dia delas. A sociedade precisa que medidas legais façam cumprir suas próprias necessidades, construindo uma realidade diferente da que vivemos hoje. É preciso uma sociedade mais atuante e atualizada para contribuir e proporcionar mudanças reais e efetivas, com atuação cada vez mais direta e com foco nas soluções.

Para as pessoas a quem esta lei deveria favorecer, as opiniões são diversas, mas há um ponto em comum: mudanças ainda precisam ser feitas e o maior desafio é romper o preconceito.

 

Janaína de Menegas e Macedo



 Escrito por JoANINHA às 13h49
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   Foto: Alexandre T. Razz Guzz "A fogueira das Vaidades"

 

Vida Urbana

 

Pegadas de animais dentro do túnel

Retas, círculos, cilindros, cubos... e nossas impressões de argamassa no concreto

A arte das galerias é de suor e sangue humanos

O amor veio a pombo correio, ou melhor dizer, pombo correio eletrônico

Ele pode pousar e voar, salvar ou deletar

As nossas razões escondidas nas construções

É preciso andar pelas galerias, pelos túneis e descobrir os caminhos subterrâneos e as passagens secretas, para se chegar aos lugares inusitados, reações inesperadas.

Pois quando se sai à tona, se caminha pelo livre caminho do (de um) parque, num dia logo após o fim de semana, encontramos a obra/arte do lixo, do ser humano. Esquecem-se da lata de lixo, esquecem-se do banheiro, e marcam a natureza com sua obra humana, de lixo e concreto.



 Escrito por JoANINHA às 00h58
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   No Inverno...

Um amigo me perguntou:

"O que você acha de melhor no inverno....?"

Respondi:

"O calor que vem de dentro das pessoas e só no inverno somos capazes de sentir e perceber isso..."

JanaínaM.M.



 Escrito por JoANINHA às 03h16
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   Foto: Muler no Espelho

Narcisismo de Léos

 

 

Quem és, mulher, por trás destes olhos tão misteriosos?

Não me encaras, mas me detém

Sedosos fios de ouro

Como amor puro e complacente

Me entende...

 

Quem és, mulher, pro trás destes olhos ansiosos?

Não me encara, mas devora

Felinas presas desejosas

Como facas afiadas e agudas

Tão mansas...

 

Quem és, mulher, pro trás deste canto de sereia?

Não pede, te leva pra mistérios

Sussurros do mar

Como que miragem

Me entrego...

 

Quem és, mulher, por trás destes olhos verdadeiros?

Não fala, mostra o que quer

Francamente te cega

Como luz intensa na retina

Me perco...

 

Janaína de Menegaz e Macedo



 Escrito por JoANINHA às 17h47
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   Foto: Beijo em Florença

Aconchego, Cachecol e Vinho

 

É, pois é... parece que agora o frio veio pra ficar...

Hora de tirar os casacões de frio, blusa de lã, gorros, cachecol e luvas do armário.

Voltamos a ver nas ruas esses adereços e os cachecóis multicoloridos, com cores discrepantes aos conjuntos, dão um toque de vida no frio cinza que faz a gente procurar o calor do outro.

 

“Quando o inverno chegar... eu quero estar junto a ti...”

 

Não sei se estarei, mas pelo jeito ele será muito mais frio que o ano passado!

E como o dia dos namorados está a menos de um mês de distância, acho que vou arranjar um cobertor de orelha também... Não há nada melhor que passar esse friozinho ao lado de alguém que se gosta.

“Las locas noches” da ferveção, dão lugar à “Las frias noches” do aconchego. Eventos de casaizinhos, principalmente. Fondue com os amigos dele, sessão cinema com os amigos dela. Fins de semana debaixo do cobertor, com meias no pé, chocolate quente, controle remoto e muito cafuné. E claro, muito, muito amor... Sempre gostei dessa época do ano (com exceção das provas, é claro).

“Las frías noches” aquecidas a cachecol e vinho, têm um ar muito romântico e charmoso... Trocar as baladas adrenadas pela Serra da Cantareira, acender uma fogueira, roda de amigos e violão... Não tardando muito, chegam as festas juninas e férias em Campos do Jordão.

Existem várias as possibilidades de se pensar no frio. Pela perspectiva das famílias: hotel fazenda com os filhos. Pela perspectiva dos filhos mais crescidinhos: acampamentos de férias, finalmente longe dos pais, aprontar muito. Pela perspectiva dos pais: filhos no acampamento de férias, finalmente sós, aprontar muito. Por várias perspectivas, “Las frias noches” também dão muitas histórias pra contar, e muito boas, aliás.

É nessa época de friozinho que a gente sempre conta aqueles minutinhos a mais no quentinho da cama, os minutinhos a mais no quentinho do chuveiro, sem falar nos minutinhos a mais do quentinho de cada ninho... São “las frías noches” do aconchego, do cachecol e do vinho dando o ar da graça (particularmente um trio e tanto).

Talvez esse romantismo todo seja porque eu ainda não tenha passado o friozinho com o “pé quente”. Mas como esse ano já começou bastante inusitado, quem sabe nos próximos meses eu “entupa” esse blog com milhares de histórias sobre “las frías noches” aconchegantes do cachecol e vinho...

Pelo menos eu adoraria!!

Se não for com o pé quente, pelo menos será de coração quente, como já está sendo, fazendo jus ao ditado: “Pés frios, coração quente”. Pois amigos é o que não falta, e eu continuo paquerando um pouco aqui, um pouco ali... só pra ir dando um tempero.

 

Janaína de Menegaz e Macedo



 Escrito por JoANINHA às 17h33
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ÊÊÊÊÊÊ.................

Achei o disquete com os dois textos que eu deveria ter publicado na segunda e terça feira!!!

Estava lá no laboratório de informática da facul. Ainda bem. Tinha vários trabalhos nele e não tinha outra cópia em casa...

Bom, aqui estão! O primeiro é a resposta ao e-mail do Edu... Tardou mas não falhou, hein Edu!...rs

O segundo é uma intertextualidade com o texto do Profº Manuel Carlos Chaparro – “De volta à questão da objetividade”.

 Um beijão a todos!!

 

Janaína M. M.



 Escrito por JoANINHA às 13h20
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   Cultura de PAZ

Foto: A. Brito – “Coração Espelhado”

 

 

Qual o nosso papel como cidadãos do mundo?

Ganhar dinheiro, nos sentir melhor que nossos visinhos, levar vantagem em tudo, nos sentir superiores por termos o carro do ano, cartão “ouro” e todos esses objetos de valores que nos é ensinado como melhor por toda uma cultura e reforçado pela mídia?

Ou será que, hoje, o ser humano está cada vez mais sensível ao outro e menos susceptível aos apelos econômicos?

Pelo menos, uma grande parte das pessoas que escolhi para fazerem parte do meu convívio estão nesse segundo grupo. Pessoas que olham um pouco mais a fundo para o ser humano, dispostas a entender e compreende-lo. Que quer aprender sempre, olhando e reconhecendo seus próprios erros e rindo de si mesmos. Que sabem pedir perdão e desculpar. Que são humildes e não deixam que tolices abalem estruturas tão firmes como a amizade, que buscamos sempre fortalecer com sentimentos VERDADEIROS. Que se olha nos olhos e sabe da dor e da beleza que é ser o que somos. Os puxões de orelha são sempre por carinho e cuidado. Nunca por julgamentos ou inveja. Pessoas que se amam, principalmente porque amam e respeitam a vida.

É assim que pretendo evoluir nessa vida. São assim as pessoas que me cercam e me tocam.

Uma nova concepção de vida, de cultura, de paz, está lançada se contrapondo a  essa cultura de guerra, mercenária, que vivemos hoje. De relacionamentos e valores efêmeros. Não é mais uma bandeira hasteada com um movimento qualquer falando de paz. É um plantio, com raízes, com força e vida. Nosso trabalho consiste em distribuir essas sementes de luz, de amor e cultiva-las com humildade, sabedoria, pacificamente.

Tudo que dura tem raízes, e é preciso um certo tempo pra enxergar o que brota da terra. As vezes demora mais, as vezes demora menos. Mas, eternamente colheremos esses frutos de uma nova postura diante da vida e das pessoas. Dessa nova cultura, a da PAZ.

 

Janaína de Menegaz e Macedo



 Escrito por JoANINHA às 13h08
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